As Crônicas de Fotossíntese I - Capítulo II

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

"Bom, todos devem saber que a cidade do parque se chama Tmabénópolis. Não, não sabem? Como assim? Eu não falei xDD

Então, o nome da cidade é Tmabénópolis, é nela que tem o Parque Nacional das Pedras-de-Pau (reserva biológica), é uma cidade muito boa, mas os becos escuros dela são perigosíssimos, e acabam por fazer má fama da cidade."

Continuando a história, eis que surge um estranho odor de cadáver ao ar, vindo de um desses becos. MilaWay resolve checar, e Vinipaper, Cusfosfós e Grazih a seguem. Ligam as lanternas (de onde elas surgiram?? o.O) e apontam para a lata de lixo. Para a surpresa geral, lá estava a Sasha (filha da Xuxa), em avançado estado de decomposição. Ficaram muito assustados, e quando iam saindo do beco uma voz rouca e bem grossa diz:

- Aonde pensam que vão, mocinhos?

Eles, sem olhar para trás, com voz trêmula, respondem:

- Desculpe senhor, estamos de saída.. (Vinipaper)

- Ah que pena, seria uma honra ter vocês como membros-oficiais do Fã-Clube Oficial das Pedras-de-Pau de Tmabénópolis. (Rufus, o dono do fã-clube)

- Oh que honra, claro que queremos senhor! *----* (MilaWay)

- Agora eu não quero mais, vocês disseram que iam embora!! (Rufus)

- Não moço deixa por favor!! (Cusfosfós)

- Sumam daqui! (Rufus)

- Mas e a Sasha? (Grazih)

- Ah bem lembrado, levem ela, é o meu presente para vocês! (Rufus)

- Uau que presente, amay! (MilaWay)

Quando saíram do beco carregando o corpo, começaram a brigar:

- O corpo fica pra mim!

- Não a Sasha é minha!!

- Eu qeuro a Sasha!

Como MilaWay que entrou no beco, deixaram o presentinho com ela.

MilaWay já estava em estado grave (lembram do lixo espacial??), decidiram ir ao pronto-socorro.

Chegando lá, pegaram a senha, o número dela era 123456, e no visor ainda estava no número 00000000000000000000000001. Como iria demorar muito, resolveram colher pedras-de-pau, já que já havia amanhecido, e de manhã é a melor hora de colher esses curiosos bichos-planta, pois eles morrem ao ficarem expostos ao orvalho.

MilaWay ficou no hospital, já que estava impossibilitada de andar, e em estado terminal.

Como era 3ª feira, e as aulas só são de sábado e domingo, não tinham de ir à escola e por isso ficaram o dia inteiro brincando.

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Já se passavam 2 meses desde o último acontecido, e MilaWay continuava na fila, mas só estava viva por causa das grandes doses de tulipas-de-pedra e cogumelos alucinógenos por ela ingeridas, além de muito soro e sopa de água-viva flutuante.

Finalmente, chegou a vez dela no hospital.

Entrando na sala, o Doutor Esfrezofônio, que já havia feito duas cirurgias mal-sucedidas em Cusfosfós e Grazih, mas mesmo assim era o médico mais bem-conceituado da região, examinou bem a cabeça de MilaWay e lhe receitou um xarope à base de pó de pedra-de-pau, unha de jabuti-camaleão e altíssimas doses de álcool etílico desidratado com cheirinho de feijão-doce e gosto de docinho-salgado.

Era um remédio proibido no país, Tarja-preta nos países em que era legalizado e causava gravidez espontânea, alucinações, auto-mutilação de membros, deformações na face, fazia a pessoa ficar com cheiro de girassol-verde, fazia o nariz crescer e trasformava a pessoa num grande coágulo ambulante, entre outros efeitos colaterais.

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Passado um mês desde que MilaWay começou a tomar o xarope regularmente, já estava totalmente curada e já podia sair para brincar com seus amigos.

MilaWay deu um pouco do xarope mágico pra Sasha e ela reviveu, se tornando amiguinha de todos.

Todos foram ao parque de dirversões.

Cusfosfós já tinha mais de um ano, e como é normal na espécie Rinocéfalo, já estava criando sua cápsula de metamorfose e tinha apenas mais alguns dias de vida no corpo antigo.

Vinipaper estava muito feliz que quis fazer fotossíntese novamente, mas dessa vez quando estivesse de ponta-cabeça, no alto da montanha-russa. Todos toparam.

Cada um precisava de um vagão completo da montanha-russa, pois precisavam de espaço para fazer o anjinho. Para isso, precisavam alugar o carrinho super especial para obesos por preços absurdamente altos, em dólares, com reajuste de inflação e impostos-por-cabeça, mas para fazer fotossíntese no ar vale tudo. Para conseguirem o dinheiro, tiveram que seqüestrar Almir, o dono da lojinha de docinhos-salgados, roubaram todos os seus quitutes e foram vender na rua.

Quando passaram na frente do Fã-Clube de Educação Ambiental Oficial dos Escoteiros da Pedra-de-Pau(já visitado antes), senhor Rufus experimentou os docinhos e amou. Comprou todos e adicionou seu ingrediente extra na mistura (pó especial de pedra-de-pau). Curiosidade: comércio ilegal de pedras-de-pau era muito comum nessa cidade, além de ser muito lucrativo e até o governo fazia.

Voltaram ao parque de diversões e alugaram os carrinhos. Estavam preparados para fazer a fotossíntese, já estavam lá no alto, começaram o processo, mas algo deu errado, os carrinhos queriam se soltar dos trilhos....

TO BE CONTINUED

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